Curso de extensão universitária da Faculdade FaSouza — instituição credenciada pelo MEC (Portaria 128/2021, e-MEC 23455) — voltado ao aperfeiçoamento profissional na prevenção, vigilância e controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) no ambiente intensivo.
Em terapia intensiva, prevenir uma IRAS é tão decisivo quanto tratar a doença de base: cada infecção evitada significa menos tempo de internação, menor exposição a antimicrobianos e mais segurança para o paciente crítico. Por isso este curso não se limita a apresentar normas — ele organiza o conhecimento em um percurso progressivo, do raciocínio epidemiológico à aplicação de protocolos à beira do leito, para que o profissional traduza diretriz em conduta cotidiana.
O programa é ancorado nas diretrizes vigentes da ANVISA e elaborado e revisado por especialista titulada em Vigilância em Saúde, conjugando precisão técnica e atualização regulatória. Mais do que um material para consumo isolado, é uma formação com suporte docente contínuo e aplicação direta na rotina da UTI — pensada para quem busca consolidar autoridade clínica, e não apenas acumular certificados.
Metodologia Estruturada e Suporte Docente Contínuo: o Padrão Acadêmico FaSouza
Mais do que transmitir conteúdo, este curso de extensão propõe uma jornada de aprendizagem assistida, organizada por uma progressão pedagógica deliberada. A trilha avança do raciocínio epidemiológico das IRAS até a aplicação de protocolos baseados em evidências, com acompanhamento docente em cada etapa. A FaSouza estrutura seu aperfeiçoamento profissional sobre três pilares: rigor científico, ancoragem regulatória nas diretrizes da ANVISA e desenvolvimento de competência prática orientada à segurança do paciente crítico.
O percurso é conduzido por coordenação acadêmica titulada, garantindo que cada módulo dialogue com a realidade da Unidade de Terapia Intensiva — da quebra da cadeia de infecção à governança do uso racional de antimicrobianos. Não se trata de um material solto para consumo isolado, mas de uma formação encadeada, com referencial técnico verificável.
Autoria e Revisão Técnica
Conteúdo elaborado e revisado pela Professora Ma. Elaine Santos da Silva, enfermeira graduada pelo Centro Universitário UNIFG. Especialista em Saúde Pública com ênfase em Vigilância em Saúde pela Faculdade Holística (FAHOL) e em Vigilância em Saúde no Enfrentamento da Covid-19 e de outras Doenças Virais — VIGIEPIDEMIA (FIOCRUZ/MS). Mestra em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Currículo verificável na Plataforma Lattes: acesse aqui.
Por que o Controle de Infecção é Decisivo na Terapia Intensiva
O paciente crítico reúne, simultaneamente, os principais determinantes de vulnerabilidade infecciosa: comorbidades, imunossupressão, nutrição parenteral, uso prévio de antimicrobianos de amplo espectro e, sobretudo, a presença de dispositivos invasivos. Esse cenário torna a UTI o setor de maior incidência e maior impacto clínico e econômico das IRAS.
O curso aprofunda os quatro grupos de maior relevância no ambiente intensivo — Infecção Primária de Corrente Sanguínea (IPCS), Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAVM), Infecção do Trato Urinário Associada a Cateter (ITU-AC) e Infecção de Sítio Cirúrgico (ISC) — articulando mecanismos fisiopatológicos, fatores de risco e estratégias de prevenção como os bundles e a retirada precoce de dispositivos.
Conteúdo Programático
Nove eixos temáticos conduzem o profissional do fundamento conceitual à aplicação prática de protocolos no ambiente intensivo:
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Introdução ao controle de infecção na UTI
Contextualização da relevância do tema frente à gravidade do paciente crítico, à segurança do paciente e à qualidade da assistência.
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Fundamentos do controle de infecção
Evolução conceitual de "infecção hospitalar" para "IRAS" e os princípios das ações sistematizadas de prevenção, redução e monitoramento.
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Epidemiologia das IRAS
Distribuição, magnitude e impacto clínico e econômico das IRAS, com caracterização de IPCS, PAVM, ITU-AC e ISC.
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Fatores de risco em pacientes críticos
Determinantes clínicos, assistenciais e ambientais que favorecem a colonização e a infecção do paciente crítico.
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Precauções, higienização das mãos e EPIs
Diferenciação das precauções padrão e específicas (contato, gotículas e aerossóis), técnicas corretas de higienização das mãos e seleção de EPIs conforme o risco.
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Infecções associadas a dispositivos invasivos
Mecanismos das infecções por cateter venoso central, sonda vesical e ventilação mecânica, com estratégias de prevenção baseadas em evidências.
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Vigilância e segurança do paciente
Vigilância epidemiológica, indicadores assistenciais e a quebra da cadeia de infecção como ferramentas de segurança.
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Resistência microbiana e controle de surtos
Mecanismos de resistência antimicrobiana, fundamentos do uso racional de antimicrobianos e estratégias de detecção precoce e controle de surtos.
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Atuação multiprofissional e protocolos
Papel da equipe multiprofissional na padronização de condutas e na implementação de diretrizes baseadas em evidências.
O que Você Será Capaz de Fazer ao Concluir
A formação foi desenhada para transformar conhecimento em conduta segura à beira do leito. Ao final do curso, você estará apto a:
- Reconhecer precocemente os principais tipos de IRAS na UTI — IPCS, PAVM, ITU-AC e ISC — e seus fatores de risco.
- Aplicar corretamente as precauções padrão e específicas, a higienização das mãos e a seleção de EPIs conforme o risco da atividade.
- Implementar estratégias baseadas em evidências para dispositivos invasivos, como os bundles e a retirada precoce de cateteres.
- Interpretar indicadores de vigilância epidemiológica e atuar na quebra da cadeia de infecção.
- Contribuir para o uso racional de antimicrobianos e para o controle de surtos por microrganismos resistentes.
Por que Estudar na FaSouza
- Conteúdo ancorado nas diretrizes da ANVISA. O programa segue as medidas vigentes de prevenção e controle de infecção, mantendo você alinhado à regulamentação que rege a prática assistencial.
- Instituição de Ensino Superior credenciada pelo MEC. Certificado emitido pela Faculdade Integrada Instituto Souza (Portaria 128/2021, e-MEC 23455), com a seriedade de uma IES consolidada e avaliada com nota 4.
- Suporte docente contínuo. Uma jornada de aprendizagem assistida, com acompanhamento acadêmico em cada etapa — e não um conteúdo solto para estudar sozinho.
- Aplicação direta na prática. Foco em condutas reais do ambiente intensivo, voltadas à segurança do paciente crítico e à educação continuada do profissional.
- Flexibilidade com rigor. Modalidade EAD que respeita a rotina do profissional de saúde, preservando a profundidade técnica e a validade nacional do certificado.
Perguntas Frequentes
O que são IRAS e por que o controle é crítico na UTI?
IRAS são as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde, adquiridas durante o cuidado em serviços de saúde. Na UTI elas têm maior incidência e gravidade, pois o paciente crítico apresenta imunossupressão, uso de dispositivos invasivos e exposição prolongada ao ambiente assistencial, fatores que ampliam o risco de colonização e infecção.
O certificado é reconhecido? O curso é credenciado pelo MEC?
Trata-se de um curso de extensão universitária. O certificado tem validade por ser emitido pela Faculdade Integrada Instituto Souza (FaSouza), Instituição de Ensino Superior credenciada pelo MEC (Portaria 128/2021, e-MEC 23455). Cursos de extensão não constituem pós-graduação lato sensu, mas servem ao aperfeiçoamento e à educação continuada do profissional.
Para quais profissionais o curso é indicado?
O curso destina-se a profissionais e estudantes da área da saúde que atuam ou pretendem atuar em ambiente intensivo, incluindo enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos, fisioterapeutas e demais integrantes da equipe multiprofissional envolvidos na segurança do paciente crítico.
O conteúdo está alinhado às diretrizes da ANVISA?
Sim. O programa fundamenta-se nas medidas de prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde e nos protocolos de precauções e isolamento publicados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), além de referências técnicas de instituições como EBSERH e COFEN.